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sexta-feira, 20 de novembro de 2015

DESASTRE AMBIENTAL COM ROMPIMENTO DA BARRAGEM DE FUNDÃO EM MARIANA - COMEÇAM AS PRIMEIRAS PUNIÇÕES À SAMARCO


O rompimento da barragem de Fundão destruiu o distrito de Bento Rodrigues.

O governo de Minas Gerais apresentou o que prometeu ser a primeira de uma série de notificações a mineradora Samarco - DE PROPRIEDADE das empresas Vale e a BHP Billiton, para pagamento de multa de R$ 112.690.376,32, por danos causados ao meio ambiente, em consequência do rompimento de uma barragem da empresa, em Mariana (MG), 

A TRAGÉDIA / DESASTRE AMBIENTAL, ocorreu no último dia 05 d novembro. A Samarco confirmou o recebimento da autuação, e terá o prazo de 20 dias para contestar e recorrer da multa.

A Secretaria de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável de Minas Gerais, BASEOU 
a autuação nos danos causados e que ainda continuarão ocorrendo por longo tempo na região de Minas Gerais. O rompimento da barragem causou poluição e degradação ambiental, resultando em dano aos recursos hídricos, prejuízo à saúde, segurança e bem-estar da população.

O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) já havia aplicado uma multa no valor de R$ 250 milhões à empresa.

Na última segunda-feira (16/11), o Ministério Público de Minas Gerais e a Samarco anunciaram acordo para o pagamento de uma caução socioambiental de R$ 1 bilhão. A Justiça de Minas Gerais também determinou o bloqueio de R$ 300 milhões da empresa.

Com informações da: Agência Brasil
Edição: Maria Claudia

PARCERIA: CONEXÃO ECOLOGIA

terça-feira, 7 de maio de 2013

MEIO-AMBIENTE - VAZAMENTO DE ÓLEO ATINGE O RIO PARAÍBA DO SUL E AMEAÇA ABASTECIMENTO DO RIO DE JANEIRO


No mínimo é preciso questionar as condições de segurança do referido oleoduto, no que tange a evitar ações criminosas com estas características, que resultam em grande prejuízo e risco para a natureza e a população.

Municípios suspendem captação de água do Paraíba do Sul devido a vazamento de óleo diesel
07/05/2013 - 10h04
Vitor Abdala
Repórter da Agência Brasil

Rio de Janeiro – Dois municípios do sul fluminense já cortaram a captação de água, devido ao óleo que vazou domingo (5) de um oleoduto da Transpetro em São José do Barreiro (SP): Porto Real e Barra Mansa. Segundo a presidenta do Instituto Estadual do Ambiente do Rio de Janeiro (Inea), Marilene Ramos, a mancha de óleo já chegou a Volta Redonda.

Segundo a Transpetro, o vazamento ocorreu durante uma tentativa de roubo de óleo diesel das tubulações da empresa, subsidiária da estatal Petrobras. O óleo chegou ao Rio de Janeiro por meio do Rio Sesmaria e, depois, alcançou o Rio Paraíba do Sul, que corta o estado de sul a norte, cruzando vários municípios.

“A mancha está na altura de Floriano [em Barra Mansa]. Alguma coisa já chegou a Volta Redonda, mas muito diluída. Vamos continuar monitorando ao longo do dia, para avaliar a necessidade de suspender captações de água, inclusive em Santa Cecília, em Barra do Piraí [canal que liga o Rio Paraíba do Sul ao Sistema Guandu, que abastece de água o Grande Rio]”, disse Marilene Ramos.

Segundo ele, técnicos do Inea vão fazer um sobrevoo na região para avaliar melhor a situação da mancha de óleo. De acordo com a Transpetro, o vazamento foi provocado por criminosos que abriram uma válvula do oleoduto para roubar combustível e a deixaram aberta, permitindo o vazamento para o Rio Formoso.

A Transpetro informou que detectou o vazamento ainda no domingo e registrou a ocorrência na delegacia policial local. A empresa informou que se mobilizou para reduzir os impactos do vazamento. 

Edição: Juliana Andrade

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