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sábado, 11 de junho de 2016

DESASTRE AMBIENTAL EM MARIANA - JUSTIÇA DE MINAS VAI JULGAR AÇÕES DO ROMPIMENTO DA BARRAGEM DO FUNDÃO


Por certo que a Justiça de Minas Gerais, e o Ministério Público do próprio ESTADO, devem estar à frente do caso. O que não afasta nem desobriga a UNIÃO de também atuar e dar a sua contribuição para que culpados sejam punidos e danos sejam reparados. As pessoas e o Meio Ambiente agradecem, as vítimas e seus familiares tem esse direito.

MEIO AMBIENTE

TJMG julga competência de processos relacionados ao rompimento da barragem de Fundão, em Mariana

Decisão do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) fixou a competência da Justiça estadual para os processos que tratam da responsabilidade civil pela recuperação dos danos decorrentes do rompimento da barragem de Fundão, de propriedade da Samarco Mineração S/A. 

Entre os casos de responsabilidade civil estão recuperação ambiental, socioeconômica e indenização.

De acordo com o coordenador do Centro de Apoio Operacional das Promotorias de Justiça de Defesa do Meio Ambiente (Caoma), promotor de Justiça Carlos Eduardo Ferreira Pinto, trata-se de decisão de extrema importância para a atuação do Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) no que se refere à reparação integral dos danos ambientais decorrentes do desastre. “Ao resguardar a competência estadual para o julgamento das questões locais, a Justiça se aproxima do local impactado e dos atingidos, sinalizando a necessidade de tratamento jurídico excepcional para o maior desastre ambiental do Brasil”.

Fonte: MPMG

sexta-feira, 20 de novembro de 2015

DESASTRE AMBIENTAL COM ROMPIMENTO DA BARRAGEM DE FUNDÃO EM MARIANA - COMEÇAM AS PRIMEIRAS PUNIÇÕES À SAMARCO


O rompimento da barragem de Fundão destruiu o distrito de Bento Rodrigues.

O governo de Minas Gerais apresentou o que prometeu ser a primeira de uma série de notificações a mineradora Samarco - DE PROPRIEDADE das empresas Vale e a BHP Billiton, para pagamento de multa de R$ 112.690.376,32, por danos causados ao meio ambiente, em consequência do rompimento de uma barragem da empresa, em Mariana (MG), 

A TRAGÉDIA / DESASTRE AMBIENTAL, ocorreu no último dia 05 d novembro. A Samarco confirmou o recebimento da autuação, e terá o prazo de 20 dias para contestar e recorrer da multa.

A Secretaria de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável de Minas Gerais, BASEOU 
a autuação nos danos causados e que ainda continuarão ocorrendo por longo tempo na região de Minas Gerais. O rompimento da barragem causou poluição e degradação ambiental, resultando em dano aos recursos hídricos, prejuízo à saúde, segurança e bem-estar da população.

O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) já havia aplicado uma multa no valor de R$ 250 milhões à empresa.

Na última segunda-feira (16/11), o Ministério Público de Minas Gerais e a Samarco anunciaram acordo para o pagamento de uma caução socioambiental de R$ 1 bilhão. A Justiça de Minas Gerais também determinou o bloqueio de R$ 300 milhões da empresa.

Com informações da: Agência Brasil
Edição: Maria Claudia

PARCERIA: CONEXÃO ECOLOGIA