quinta-feira, 20 de dezembro de 2018

CARRO HÍBRIDO DA TOYOTA - VÍDEO - O FUTURO AGORA - ECOLOGIA/MEIO-AMBIENTE


VÍDEO

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terça-feira, 20 de março de 2018

ÁGUA - ESTALEIROS TERÃO QUE REAPROVEITAR ÁGUA EM TRABALHOS DE MANUTENÇÃO DE NAVIOS


ESTALEIROS DEVERÃO REAPROVEITAR OU REUTILIZAR ÁGUA

Estaleiros que estão localizados dentro do estado deverão reaproveitar ou reutilizar a água para os serviços prestados de reparos e manutenção em navios. É o que determina o projeto de lei 3.258/10, do deputado André Lazaroni (MDB), que a Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) vota em primeira discussão, nesta terça-feira (20/03).

O sistema deverá ser adaptado através de um tanque de água da chuva ou o tratamento da água do mar, gerando a água de reúso. Os estaleiros terão dois anos para se adaptarem à norma. Em caso de descumprimento, os infratores poderão arcar com multas diárias de até 300 UFIR, cerca de R$ 980.

“A água de reúso não é potável, mas pode ser utilizada para outros fins, como por exemplo, na lavagem de ruas, casco de navios, rega de jardins públicos, lavagem de filtros das próprias estações de tratamento e refrigeração de equipamentos em processos industriais”, justifica o autor.

FONTE: ALERJ

domingo, 3 de julho de 2016

RIVIERA DE SÃO LOURENÇO EM BERTIOGA/SP - DESTRUIÇÃO CONSENTIDA À MATA ATLÂNTICA E ATENTADO AO MEIO AMBIENTE


As chamadas COMPENSAÇÕES - Uma unidade básica de saúde, uma unidade do centro de referência da assistência social e um centro comunitário de esportes e lazer - negociadas entre o MP de São Paulo, a Prefeitura de Bertioga e o Governo do Estado, com a SOBLOCO,nem de longe minimizam o DANO que o empreendimento RIVIERA, construído está causando ao MEIO-AMBIENTE, destruindo o pouco que ainda restava de MATA ATLÂNTICA naquela parte do LITORAL PAULISTA.

A VERDADE é que, o EMPREENDIMENTO nunca deveria ter sido autorizado. E depois não deveria ter recebido autorização para ser concluído, AVANÇANDO sobre o que tinha sido SALVO - 300 mil metros quadrados - equivalentes a 44 CAMPOS DE FUTEBOL - por EMBARGO da Justiça.

Mas, infelizmente, a GANÂNCIA, o LUCRO, e os ACERTOS lesivos ao interesse da maioria dos cidadãos, para beneficiar uma minoria de privilegiados, fala  MAIS ALTO em São Paulo.

domingo, 19 de junho de 2016

CRIME EM JAMANXIM - AMAZÔNIA - MADEIREIROS MATAM POLICIAL QUE COMBATIA DESMATAMENTO

Sargento João Luiz de Maria Pereira

MORTO EM EMBOSCADA DO CRIME ORGANIZADO QUE EXPLORA A DERRUBADA DA FLORESTA PARA VENDA ILEGAL DE MADEIRA, O SARGENTO JOÃO LUIZ DE MARIA PEREIRA É MAIS UM BRASILEIRO QUE TOMBA NA DEFESA DA AMAZÔNIA.

O sargento João Luiz de Maria Pereira, do Grupamento Tático Operacional do Comando Regional da PM de Itaituba (PA), foi assassinado na tarde de sexta-feira, dia 17/06, numa emboscada na Floresta Nacional do Jamanxim, em Novo Progresso (PARÁ).

A PM dava apoio aos AGENTES do IBAMA que estavam no interior da reserva florestal, combatendo o desmatamento. Após destruírem um acampamento dos madeireiros os AGENTES E OS POLICIAIS FORAM EMBOSCADOS.

Houve intensa troca de tiros, quando o SARGENTO acabou sendo baleado no ombro e no pescoço. Apesar de socorrido ele não resistiu aos ferimentos.

O IBAMA emitiu NOTA lamentando o ocorrido e se solidarizando com os familiares e amigos do policial morto, e informando que vai intensificar o combate ao desmatamento na região da FLORESTA NACIONAL DO JAMANXIM, que possui 1,3 milhão de hectares de extensão. 

O crime que ocorreu no entorno de uma estrada de terra conhecida como Vicinal da Francy, distante aproximadamente 80 km da área urbana de Novo Progresso, será agora investigado pela Polícia Federal.

sábado, 11 de junho de 2016

DESASTRE AMBIENTAL EM MARIANA - JUSTIÇA DE MINAS VAI JULGAR AÇÕES DO ROMPIMENTO DA BARRAGEM DO FUNDÃO


Por certo que a Justiça de Minas Gerais, e o Ministério Público do próprio ESTADO, devem estar à frente do caso. O que não afasta nem desobriga a UNIÃO de também atuar e dar a sua contribuição para que culpados sejam punidos e danos sejam reparados. As pessoas e o Meio Ambiente agradecem, as vítimas e seus familiares tem esse direito.

MEIO AMBIENTE

TJMG julga competência de processos relacionados ao rompimento da barragem de Fundão, em Mariana

Decisão do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) fixou a competência da Justiça estadual para os processos que tratam da responsabilidade civil pela recuperação dos danos decorrentes do rompimento da barragem de Fundão, de propriedade da Samarco Mineração S/A. 

Entre os casos de responsabilidade civil estão recuperação ambiental, socioeconômica e indenização.

De acordo com o coordenador do Centro de Apoio Operacional das Promotorias de Justiça de Defesa do Meio Ambiente (Caoma), promotor de Justiça Carlos Eduardo Ferreira Pinto, trata-se de decisão de extrema importância para a atuação do Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) no que se refere à reparação integral dos danos ambientais decorrentes do desastre. “Ao resguardar a competência estadual para o julgamento das questões locais, a Justiça se aproxima do local impactado e dos atingidos, sinalizando a necessidade de tratamento jurídico excepcional para o maior desastre ambiental do Brasil”.

Fonte: MPMG

sexta-feira, 20 de novembro de 2015

DESASTRE AMBIENTAL COM ROMPIMENTO DA BARRAGEM DE FUNDÃO EM MARIANA - COMEÇAM AS PRIMEIRAS PUNIÇÕES À SAMARCO


O rompimento da barragem de Fundão destruiu o distrito de Bento Rodrigues.

O governo de Minas Gerais apresentou o que prometeu ser a primeira de uma série de notificações a mineradora Samarco - DE PROPRIEDADE das empresas Vale e a BHP Billiton, para pagamento de multa de R$ 112.690.376,32, por danos causados ao meio ambiente, em consequência do rompimento de uma barragem da empresa, em Mariana (MG), 

A TRAGÉDIA / DESASTRE AMBIENTAL, ocorreu no último dia 05 d novembro. A Samarco confirmou o recebimento da autuação, e terá o prazo de 20 dias para contestar e recorrer da multa.

A Secretaria de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável de Minas Gerais, BASEOU 
a autuação nos danos causados e que ainda continuarão ocorrendo por longo tempo na região de Minas Gerais. O rompimento da barragem causou poluição e degradação ambiental, resultando em dano aos recursos hídricos, prejuízo à saúde, segurança e bem-estar da população.

O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) já havia aplicado uma multa no valor de R$ 250 milhões à empresa.

Na última segunda-feira (16/11), o Ministério Público de Minas Gerais e a Samarco anunciaram acordo para o pagamento de uma caução socioambiental de R$ 1 bilhão. A Justiça de Minas Gerais também determinou o bloqueio de R$ 300 milhões da empresa.

Com informações da: Agência Brasil
Edição: Maria Claudia

PARCERIA: CONEXÃO ECOLOGIA

quinta-feira, 22 de outubro de 2015

ÁGUA - SUDESTE PASSA POR GRAVÍSSIMA ESTIAGEM

NORDESTE JÁ SOFRE COM O PROBLEMA SECULARMENTE


É PRECISO SER RESPONSÁVEL E ECONOMIZAR, POIS NÃO VAI FALTAR ÁGUA, JÁ ESTÁ FALTANDO.

sábado, 17 de outubro de 2015

TERREMOTO ATINGE ARGENTINA - 6 GRAUS DE INTENSIDADE

REGIÃO NOROESTE DO PAÍS FOI LOCAL DO EPICENTRO



Um terremoto de forte intensidade, com magnitude 6 atingiu o noroeste da Argentina na manhã de hoje - sábado 17/10/2015 - e foi REGISTRADO e INFORMADO pelo Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS),

Segundo informações do USGS, o terremoto ocorreu
 às 08:33 e com profundidade de aproximadamente 10 Km. distante 
131 quilômetros e a sudeste da capital da província de Salta.


O tremor durou entre 15 e 20 segundos, e foi sentido também nas províncias de Tucumán, Jujuy, Santiago del Estero e Catamarca, Paso de Los Libres e Rosário, segundo relato de moradores e autoridades à imprensa argentina.

Além dos danos materiais que ainda estão sendo avaliados, há notícia de uma VÍTIMA FATAL, que seria uma mulher soterrada no desabamento de uma escola do município de El Galpón.

sábado, 15 de agosto de 2015

REDUÇÃO DO DESMATAMENTO NA AMAZÔNIA - É SEMPRE UMA BOA NOTÍCIA


Sem dúvida que a redução do desmatamento na AMAZÔNIA é algo para ser comemorado. Principalmente quando os NÚMEROS mostram que o que tem sido colocado em prática em termos de POLÍTICAS PÚBLICAS - Educação ambiental - economia adequada à preservação da Floresta e sobrevivência da população local, e também FISCALIZAÇÃO e REPRESSÃO, mostram que a redução é consistente, continuada.

Depois da JUSTA comemoração, vamos porém continuar trabalhando, e muito, visto que, o que ainda se destrói de floresta é um ABSURDO, um CRIME contra o BRASIL e o Planeta.

Desmatamento na Amazônia Legal diminuiu 82% na última década

14/08/2015
Brasília
Maiana Diniz - Repórter da Agência Brasil*

O desmatamento na Amazônia Legal diminuiu 15% entre agosto de 2013 e julho de 2014 em relação aos 12 meses anteriores. Os dados são do Projeto de Monitoramento da Floresta Amazônica por Satélites (Prodes), do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), e foram divulgados na tarde de hoje (14), em Brasília pelos ministros da Ciência, Tecnologia e Inovação, Aldo Rebelo, e do Meio Ambiente, Izabella Teixeira.

O ministro Aldo Rebelo disse que, entre 2004 e 2014, a taxa anual de desmatamento da Amazônia Legal caiu de 27.772 km² para 5.015 km², uma redução de 82%. “É uma demonstração, uma ostentação de êxito da política ambiental do país que deve ser, mais que registrada, celebrada.”

Os estados que mais frearam a destruição da floresta em relação ao período anterior foram o Maranhão (36%), o Tocantins (32%) e Rondônia (27%). Os estados que mais desmataram no último período foram o Acre (40%), o Amapá (35%) e Roraima (29%). A Amazônia Legal é formada pelos estados do Acre, Amapá, Amazonas, Maranhão, de Mato Grosso, do Pará, de Rondônia, Roraima e do Tocantins.

domingo, 26 de julho de 2015

ÁGUA DE ESGOTO TRATADO - EFLUENTE PARA APROVEITAMENTO RACIONAL E SEGURO NA AGRICULTURA


Continuamos com considerável atraso na questão do uso racional da água. O desperdício é grande e somado aos períodos de estiagem cada vez mais longos e severos, está colocada a necessidade de se pensar em novas formas, ou investir nas que já são conhecidas e comprovadamente eficazes, para não gastar tanto e reaproveitar a maior quantidade possível do líquido precioso.

Nesse aspecto, a experiência desenvolvida pelo NÚCLEO de PESQUISAS EM GEOQUÍMICA E GEOFÍSICA DA LITOSFERA - USP/SP é importantíssima, e deve merecer toda a atenção e apoio.

Esgoto tratado favorece agricultura e poupa água para consumo, mostra estudo

25/07/2015  - 
São Paulo - 
Fernanda Cruz - Repórter da Agência Brasil

O emprego da água de esgoto tratado (efluente) na agricultura aumenta a produtividade, segundo estudo do Núcleo de Pesquisa em Geoquímica e Geofísica da Litosfera da Universidade de São Paulo (USP). Pesquisadores testaram, durante 15 anos, as vantagens do uso dessa água, que contém minerais e nutrientes como nitrogênio e fósforo, importantes no desenvolvimento das plantas.

Para o professor de geoquímica e ambiente da USP Adolpho Melfi, a água usada atualmente na irrigação das lavouras pode ser substituída com segurança pelo efluente, o que pouparia água potável importante no abastecimento das cidades. “A agricultura utiliza praticamente 70% da água que poderia ser para o consumo humano”, explica. Atualmente, o efluente só pode ser usado na lavagem de ruas e irrigação de jardins, por não haver legislação que autorize o seu uso no campo.

O experimento feito nas cidades de Lins e Piracicaba, interior de São Paulo, mostrou que a economia no uso de fertilizantes nitrogenados chegou a 80% no plantio de capim, utilizado na alimentação do gado, durante um ano de baixa ocorrência de chuvas.

Os cientistas compararam a produtividade do capim irrigado com água comum e do irrigado com esgoto tratado. Ambos receberam a mesma quantidade de fertilizante necessário para o crescimento das plantas. O resultado foi uma produtividade de 33 toneladas de capim por hectare ao ano no caso das plantas que receberam irrigação comum e de 39 toneladas por hectare ao ano no capim irrigado com efluente.

O mesmo experimento feito com a cana-de-açúcar resultou na produtividade de 87 toneladas por hectare ao ano para a cana que recebeu irrigação comum e de 143 toneladas por hectare ao ano na irrigada com água de esgoto tratado. Os testes foram feitos com cana soca, ou seja, quando a planta ainda não recebeu o primeiro corte.

Riscos do uso de efluentes

Para o emprego da técnica do esgoto tratado na agricultura, porém, é preciso atenção a alguns riscos, explica Melfi. “Como o efluente tem muito nitrogênio, uma parte não será aproveitada pela planta. Essa parte vai infiltrar no solo e contaminar o lençol freático na forma de nitrato. Há também os organismos patogênicos [presentes no efluente], que podem provocar problemas na saúde humana. A gente precisa ter um controle muito grande também dos metais pesados”, disse.

Para contornar esses problemas, os cientistas encontraram soluções simples. Para evitar os metais pesados, presentes nos dejetos de indústrias, os efluentes devem ser recolhidos preferencialmente de cidades pequenas, onde o controle é mais fácil e predomina o esgoto doméstico.

“Em Lins, o esgoto é exclusivamente doméstico. Em Franca, por exemplo, com a indústria de couro para a fabricação de sapatos, a curtição do couro usa uma substância formada por cromo, altamente tóxico. Mas o esgoto de lá pode ser usado, porque existem duas redes separadas, uma que é esgoto industrial e outra que é doméstico. No esgoto doméstico, não tem metal pesado”, explica o cientista.

Quanto aos organismos patogênicos, como o grupo de bactérias E.coli, existem tratamentos que são capazes de eliminá-los do efluente. Outra forma mais simples de evitar essa contaminação nas plantas é selecionar culturas que passam por tratamento industrializado antes do consumo, como é o caso do café, milho e cana-de-açúcar.

“O café pode ser irrigado com efluente, pois depois é torrado. A laranja também é irrigada nos Estados Unidos, na Flórida, por efluente. Basta fazer uma irrigação na superfície do solo, por gotejamento ou mesmo enterrada em até 20 centímetros, de forma que a fruta não entre em contato com os efluentes”, explica o professor.

O capim, cultura testada no estudo, é cortado e permanece na superfície do solo durante algumas semanas para que seja transformado em feno. Depois disso, o produto estará seguro para alimentar o rebanho de gado, já que os organismos patogênicos morrem nesse processo de fenação.

É importante lembrar, ainda, que o simples despejo do efluente em rios também gera problemas, pois causa a eutrofização. “Aumentam muito os micro-organismos, algas que consumem o oxigênio, e essa água sofre eutrofização, são aquelas espumas. Ou a água fica esverdeada por causa de algas”, disse Melfi.

O estudo também ouviu a população para avaliar a aceitação da novidade. “O resultado foi positivo, as pessoas entrevistadas disseram que, desde que soubessem que estava havendo o controle adequado, consumiriam [alimentos produzidos com efluentes]”, contou o professor.
Edição: Valéria Aguiar

COMPLEMENTO

Efluentes são os resíduos provenientes das indústrias, dos esgotos e das redes pluviais, que são lançados no meio ambiente, na forma de líquidos ou de gases. A palavra efluente significa aquele que flui. É qualquer líquido ou gás gerado nas diversas atividades humanas e que são descartados na natureza.

segunda-feira, 15 de junho de 2015

FRIO POLAR - SANTA CATARINA REGISTRA SENSAÇÃO TÉRMICA DE 20 GRAUS NEGATIVOS


A TEMPERATURA QUE FOI DE 2 GRAUS NEGATIVOS HOJE, PODE CHEGAR NESSA MADRUGADA, INÍCIO DA MANHÃ DE TERÇA-FEIRA, AOS 7 GRAUS NEGATIVOS.


A temperatura caiu em todo o estado de Santa Catarina, principalmente na Serra Catarinense. Os termômetros chegaram a marcar -2°C. Urupema é considerada a cidade mais fria do Brasil e, por causa do vento forte, a sensação térmica chegou a -20°C. Isso foi durante a madrugada, mas o ar gelado permaneceu durante todo o dia. Em Urupema, a máxima não passou dos 10°C.

A neve, que era o fenômeno mais esperado pelos turistas, não confirmou presença. Os meteorologistas descartaram essa possibilidade por enquanto, mas previram uma geada forte para o amanhecer de terça-feira (16). A geada é o orvalho congelado. Quando a temperatura fica muito baixa, o orvalho congela instantaneamente quando toca na vegetação.

O amanhecer de terça-feira deve ser ainda mais gelado, com temperaturas que podem chegar a -7°C.

segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

COMEÇOU "OFICIALMENTE" O RACIONAMENTO DE ÁGUA EM SÃO PAULO

 SABESP INFORMA QUANDO E ONDE O FORNECIMENTO VAI SER INTERROMPIDO


Não adianta mais NEGAR. 

A falta periódica de água, e até com hora marcada, o que já era uma realidade dramática sentida por grande parte da população de São Paulo, acaba de ser "oficializada" pela SABESP.

A COMPANHIA responsável pelo abastecimento de água no mais rico e populoso Estado do Brasil, informa que vai disponibilizar em seu SITE, os horários e em que região a VAZÃO / PRESSÃO da água será reduzida, o que em BOM PORTUGUÊS significa dizer, FALTAR nas torneiras.

Site da Sabesp vai informar horários e locais em que deve faltar água.
Camila Maciel
Da Agência Brasil


A Companhia Estadual de Saneamento Básico (Sabesp) informou que vai disponibilizar em seu site, a partir da próxima semana, uma lista com horários e locais onde haverá diminuição da pressão na rede de abastecimento. A manobra provoca falta d'água em diferentes regiões da cidade. O órgão reconhece que as localidades mais altas e longe dos reservatórios são as que mais sofrem com a medida. A empresa informou que faz ajustes para evitar que a população fique mais de 24 horas sem água e orienta que os moradores adquiram caixa-d'água e façam uso racional do recurso.


Uma das medidas adotadas pela Sabesp para combater a crise hídrica no estado é o fornecimento de caixas-d'água gratuita a clientes de baixa renda. De acordo com o órgão, o objetivo é manter o abastecimento nos imóveis por até 24 horas. Podem participar do programa clientes com rendimento familiar de até três salários mínimos e residentes em áreas reconhecidas pela Sabesp com socialmente vulneráveis.

Site da Sabesp

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sábado, 23 de agosto de 2014

FLORESTA AMAZÔNICA - DEGRADAÇÃO EM 2013 FOI A AMENOR DOS ÚLTIMOS SETE ANOS

A alegria em reproduzir uma matéria que aponta na direção de que DIMINUIU a AGRESSÃO e DEGRADAÇÃO á Floresta Amazônica é grande. Ainda assim, fica a certeza de que é preciso fazer muito mais. Os números apresentados são alentadores, pois mostram que nos últimos SETE anos a Floresta vem sendo menos agredida. É importante que o INPE publique estas informações com regularidade, e que o governo atue cada vez mais de forma firme, para combater os que não respeitam a Floresta Amazônica, e assim, não respeitam a VIDA e o Planeta.

Degradação florestal na Amazônia é a menor em 7 anos
FOLHA DE SÃO PAULO

Em 2013, a área da Amazônia que sofreu degradação florestal –retirada seletiva de árvores por madeireiros ou deterioração por incêndios– foi de 5.434 km², a menor desde que o governo começou a medir o problema na região.

O Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) divulgou ontem os números dos três últimos anos de dados compilados pelo programa Degrad, criado em 2007 para monitorar florestas. A ideia do projeto é identificar áreas de floresta que foram prejudicadas, mas que ainda não sofreram corte raso, eliminando todas as árvores.

O dado mais recente aponta uma tendência de queda, já que os dois anos anteriores, 2011 e 2012, exibiram extensões de floresta degradada com 24.650 km² e 8.634 km², respectivamente.

Curiosamente, em 2013, mesmo ano em que a degradação registrou uma queda, o número do desmate por corte raso subiu um pouco (12%), totalizando 5.843 km².

DEMORA

O intervalo de três anos durante o qual o Degrad ficou sem divulgar dados instigou ONGs ambientalistas a reclamarem da falta de transparência. O Greenpeace chegou a sugerir que o governo estaria tentando "esconder" números desfavoráveis.

O Degrad usa como base as mesmas imagens de satélite produzidas para o Prodes, o programa principal do Inpe para monitorar o desmate. Um dos objetivos do projeto, também era o de antecipar quais áreas estariam mais sujeitas a sofrer corte raso.

A ideia era a de que florestas que já tiveram fogo rasteiro ou extração seletiva de madeira estariam mais sujeitas a ser totalmente desmatadas.

Em nota à imprensa, porém, o Inpe afirma que "é baixa a taxa de conversão da degradação florestal apontada pelo Degrad para o corte raso mapeado pelo Prodes"

quarta-feira, 20 de agosto de 2014

FLORESTA DA AMAZÔNIA VAI TER TORRE DE OBSERVAÇÃO CLIMÁTICA COM 325 METROS DE ALTURA

GRANDE INICIATIVA !


TODO INVESTIMENTO CAPAZ DE AJUDAR A "CONHECER" E PRESERVAR A FLORESTA AMAZÔNICA DEVE SER ELOGIADO E APOIADO.

Brasil e Alemanha constroem torre de observação do clima na Amazônia

Da Agência Brasil - Agência Brasil

A floresta tropical da Amazônia vai ganhar, ainda este ano, uma torre de 325 metros de altura para observação de mudanças climáticas na região. Batizada como Torre Atto (sigla em inglês para Amazon Tall Tower Observatory), será resultado de parceria entre Brasil e Alemanha. Os dois países vão investir R$ 7,5 milhões no observatório, que teve suas bases lançadas hoje (15) na Reserva de Desenvolvimento Sustentável (RDS) do Uatumã, a 150 quilômetros de Manaus. A previsão é de que a obra seja concluída em novembro próximo.

Como um dos ecossistemas mais sensíveis do planeta, que desempenha papel importante na estabilização do clima, o objetivo da torre é medir os impactos das mudanças climáticas globais nas florestas de terra firme da Amazônia, medindo a interação da floresta com a atmosfera. Além disso, a torre também servirá para pesquisas inéditas de química da atmosfera, como trocas gasosas, reações químicas e aerossóis, processos de transporte de massa e energia na camada limite da atmosfera.


De acordo com o Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), o local de instalação da torre foi escolhido após uma série de estudos em conjunto com o Instituto Max Planck, da Alemanha, e a Universidade do Estado do Amazonas (UEA). Os técnicos optaram por uma área de terra firme na floresta - ambiente mais comum na variada paisagem amazônica. A Torre Atto será a primeira do tipo na América do Sul, quatro vezes mais alta do que a atual torre de observação do Inpa, que tem 80 metros.

A torre funcionará ininterruptamente, e terá vida útil estimada entre 20 e 30 anos. Estão previstas também quatro torres menores - com 80 metros de altura, cada - em volta da Torre Atto, com o objetivo de medir fluxos e transportes horizontais, dando auxilio na obtenção de dados da torre principal. A estrutura de observação climática é um empreendimento conjunto, liderado pelo Inpa, Instituto Max Planck e pela UEA, mas com participação também de outras instituições.

Editor Stênio Ribeiro

sexta-feira, 23 de maio de 2014

AMAZÔNIA REGISTRA MENOR DESMATAMENTO - COMBATE EFICIENTE E APREENSÃO DE EQUIPAMENTOS DE DESTRUIÇÃO DA FLORESTA

Alertas de desmatamento na Amazônia Legal caem 20%
Andreia Verdélio - Agência Brasil - 23.05.2014

Os alertas de desmatamento na Amazônia caíram 20% entre agosto de 2013 e abril de 2014, comparado ao mesmo período de 2012/2013. Os dados, divulgados hoje (23), são do Sistema de Detecção do Desmatamento na Amazônia Legal em Tempo Real (Deter), do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).
Ouça notícias no Portal EBC

Seguindo a tendência de diminuição apresentada, em fevereiro, pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama), a área da Amazônia Legal afetada no período caiu de 1.872,85 quilômetros quadrados para 1.500,53 quilômetros quadrados.

O diretor de Proteção Ambiental do Ibama, Luciano Evaristo, relatou a Operação Onda Verde, feita em parceria com a Força Nacional, em áreas do norte e nordeste de Mato Grosso e do sul do Pará. No período de agosto de 2013 a abril de 2014, foram apreendidos centenas de equipamentos, como tratores e motosserras, e aplicados 2.401 autos de infração e mais de R$ 1,1 trilhão em multas.

De acordo com Evaristo, “em Mato Grosso, há a expansão de áreas com posse, mas o Pará é a terra da grilagem, do 'laranja' [alguém que empresta nome para benefício de outros], e a única forma de combater [o desmatamento] é fazendo a destruição dos acampamentos e dos equipamentos, com uma ação muito mais intensiva em razão do alto nível da criminalidade que opera na BR-163”.

O diretor do Ibama explica que, no eixo da rodovia, no município de Novo Progresso (PA), há a fiscalização em parceria com os indígenas da etnia caiapó, que denunciam a ação de madeireiros ilegais em suas terras. Em uma das operações, foram destruídos 11 acampamentos e 26 motosserras. “Cada motosserra custa cerca de R$ 3 mil e desmata 2,42 hectares por dia, então além da descapitalização do grupo evitamos o desmatamento”, afirmou Evaristo.

De acordo com o presidente do Ibama, Volney Zanardi Júnior, o Deter não mede desmatamentos porque os equipamentos do sistema enfrentam a cobertura das nuvens na época do ano da medição e têm capacidade de detectar apenas áreas desmatadas maiores de 25 hectares. Apesar das limitações, o objetivo do Deter é direcionar as ações de fiscalização do Ibama para os locais apontados pelos satélites.

Taxas anuais de desmatamento na Amazônia Legal são medidas de forma mais precisa pelo Sistema de Monitoramento do Desmatamento na Amazônia Legal (Prodes), que apresenta relatórios anuais. Para este ano, segundo o presidente do Ibama, “nós aguardamos agora completar esse período Prodes, de agosto a julho, e entregar um número Prodes que realmente apresente uma redução nas taxas de desmatamento que já são muito baixas em relação ao passado”.

Zanardi contou ainda que está em andamento um processo de contratação de brigadas indígenas que vão reforçar o trabalho de combate às queimadas em períodos de estiagem.

Editor Helena Martins

quarta-feira, 19 de março de 2014

NASA ALERTA - CIVILIZAÇÃO OCIDENTAL A UM PASSO DO ABISMO


RECURSOS NATURAIS MAL UTILIZADOS - CONSUMO EXCESSIVO - DESPERDÍCIO - POLUIÇÃO - DESMATAMENTO 

Parceria 007BONDeblog e Conexão Ecologia

RIO - Impérios como Roma e Mesopotâmia entre tantos outros, espalharam-se por territórios imensos, criaram culturas sofisticadas e instituições complexas que influenciaram cada aspecto do cotidiano de seus habitantes — até, séculos depois, e por diversas razões, sucumbirem. A civilização ocidental segue o mesmo caminho e está a um salto do abismo, segundo um estudo divulgado ontem pela Nasa. As raízes do colapso são o crescimento da população e as mudanças climáticas.

quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

PETROBRAS INVESTE EM PROJETOS SOCIAIS E AMBIENTAIS NA AMAZÔNIA


Petrobras destina mais de R$ 110 milhões para preservação da biodiversidade na Amazônia
31/01/2014 -
Nielmar de Oliveira - 
Repórter da Agência Brasil

Rio de Janeiro - Nos últimos seis anos, os investimentos da Petrobras destinados a projetos sociais e ambientais no bioma amazônico atingiram R$ 110,8 milhões – o que viabilizou a proteção de 28 espécies de animais nativos.

No período, foram beneficiadas mais de 110 mil pessoas envolvendo 124 projetos, que ganharam apoio para desenvolver atividades de educação ambiental e geração de renda. No total, a empresa investiu R$ 1,9 bilhão em projetos ambientais e sociais em todo o país.

A estatal destaca, entre os projetos que vêm sendo implementados na região, o de Conservação de Vertebrados Aquáticos Amazônicos (Aquavert), o Pacto das Águas e o Encauchados Vegetais da Amazônia, que utiliza uma técnica tradicional para impermeabilizar fibras vegetais com uso do látex da árvore do caucho.

O Projeto Aquavert, desenvolvido pelo Instituto Mamirauá, tem como objetivo a conservação e o monitoramento de espécies nativas ameaçadas de extinção, nas reservas de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá e Amanã, na região do Médio Solimões, no Amazonas, abrangendo uma área de mais de 3 milhões de hectares. Cada hectare corresponde, aproximadamente, a um campo de futebol.

A iniciativa, que vem sendo patrocinada pela Petrobras desde que foi iniciada, em 2010, garantiu, segundo informações da empresa, o nascimento de aproximadamente 42 mil filhotes de quelônios (animais como tartarugas, cágados e jabutis), além de possibilitar o monitoramento de mil tartarugas-da-amazônia - espécie mais ameaçada da região.

Além disso, pesquisadores marcaram e monitoraram 40 fêmeas de jacaré-açu e reabilitaram dez filhotes de peixe-boi amazônico, sendo que três deles serão devolvidos à natureza no ano que vem. Ao todo, o projeto envolveu 6 mil pessoas em atividades de educação ambiental, pesquisa e tratamento de animais.

Já os projetos Pacto das Águas e Encauchados Vegetais da Amazônia têm, desde a sua criação em 2007 e 2009, respectivamente, a floresta como foco de suas atividades, preservando, juntos, uma área de cerca de 2,3 milhões hectares.

Somente este ano, o Pacto das Águas conseguiu ampliar a área protegida de 800 mil hectares para 1,9 milhão de hectares, abrangendo a região amazônica localizada entre o noroeste de Mato Grosso e o sudeste de Rondônia e beneficiando uma população de 3 mil pessoas.

O projeto conta com a participação de povos indígenas e seringueiros que, de 2007 a 2012, fizeram o plantio de 1,2 milhão de mudas de espécies nativas, como o açaí, a pupunha, castanheira e cerejeira, e a produção de 90 toneladas de borracha e de cerca de 1,5 milhão de quilos de castanha do Brasil, “que gerou R$ 4,8 milhões para os povos da floresta”, segundo a companhia.

As informações indicam ainda que, desde 2009, o Projeto Encauchados Vegetais da Amazônia já beneficiou mais de 1.500 pessoas em 17 municípios do Acre, Amazonas, Pará e de Rondônia.

Povos indígenas, seringueiros, ribeirinhos, quilombolas e agricultores familiares que participam da iniciativa desenvolveram a tecnologia social em parceria com pesquisadores do Polo de Proteção da Biodiversidade e Uso Sustentável dos Recursos Naturais.

Por meio de inciativas como a produção de látex extraído de seringueiras nativas misturado a fibras vegetais, tais como caroço e fibra do açaí, são feitos artesanatos, vendidos em feiras regionais e no exterior. A iniciativa aumentou em 60% a geração de renda dos produtores e protegeu uma área que hoje totaliza aproximadamente 370 mil hectares.

A cada dois anos, a Petrobras faz seleção pública de projetos, como forma de democratizar o acesso aos recursos e garantir a transparência do processo de patrocínio, o que incentiva o surgimento de novas iniciativas, como a da Associação Vida Verde da Amazônia, no município de Silves, a 200 quilômetros de Manaus.

Selecionada pela companhia em 2012, ela capacita 133 mulheres de comunidades locais para a extração e produção sustentável de óleos vegetais e cosméticos naturais, com a meta de plantio de 3 mil mudas nativas para a reposição florestal na região.

Edição: Davi Oliveira
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segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

O FIM DOS "LIXÕES" NO RIO DE JANEIRO - PROMETIDO PARA 2014


Minc promete que estado do Rio vai cumprir a lei e acabar com lixões até 2014
16/12/2013 - 
Da Agência Brasil

Rio de Janeiro – O secretário do Ambiente do Rio de Janeiro, Carlos Minc, disse hoje (13) que o estado deve ser o primeiro do país a acabar com os lixões, o que está previsto para ocorrer no próximo ano. Ele apresentou, nesta sexta-feira, o balanço de 2013 do Programa Coleta Seletiva Solidária, da Secretaria de Estado do Ambiente, que reuniu cerca de 180 pessoas, entre representantes de prefeituras, cooperativas de catadores de lixo e agentes ambientais.

“Em 2014 vamos acabar com todos os lixões do estado. Talvez seremos o primeiro estado do Brasil a cumprir a lei, segundo a ministra [do Meio Ambiente] Izabella Teixeira”, adiantou Minc. Segundo ele, no entorno da Baía de Guanabara já foram fechados todos os grandes lixões, citando Itaoca, em São Gonçalo, na região metropolitana; e Babi, em Belford Roxo, e Gramacho, em Caxias, ambos na Baixada Fluminense. “Em matéria de lixão, em seis anos, invertemos de 90% do lixo em lixões para 10%, e os 10% de lixo em aterros, para 90%”, assegurou

De acordo com ele, o Rio de Janeiro deu um grande salto com o fechamento dos lixões e a abertura de aterros sanitários para substituí-los. No entanto, como ocorre segundo ele em todo o Brasil, está atrasado na coleta seletiva e na reciclagem. “Do ponto de vista da reciclagem, nesses mesmos anos, passamos de 1% de coleta seletiva domiciliar para 3%. Ou seja, 95% das residências ainda não fazem a separação e a coleta seletiva”, admitiu Minc.

Durante o evento, foram avaliadas duas estratégias para solucionar o problema da coleta seletiva e reciclagem no estado. A primeira sugestão da secretaria é apoiar os municípios a organizarem a coleta seletiva, dividindo as cidades por bairros, fazendo galpões, organizando a distribuição de material reciclado para as cooperativas e conseguindo transportes.

A outra proposta é apoiar as cooperativas, qualificando os catadores, em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) e o Ministério do Trabalho, porém com recursos e orientação do órgão estadual. Além disso, a secretaria disponibilizaria às cooperativas instrumentos, como compactadores e esteiras.

No encontro, também foi abordada a hipótese das licenças estaduais e municipais concedidas às empresas agregarem uma condicionante ambiental. Nele, as empresas entregariam seu lixo reciclável às cooperativas de catadores, já que esse insumo é vital para a categoria.

O Programa Coleta Seletiva Solidária foi criado em 2011, a fim de assessorar os municípios fluminenses na elaboração, implantação e acompanhamento da coleta seletiva, valorizando a categoria dos catadores de materiais recicláveis. Ao longo desses dois anos, a Secretaria de Estado do Ambiente apoiou ações em 60 prefeituras, qualificando mais de 60 cooperativas de catadores.

“Essas ações estão em curso, mas vimos que é necessário um maior volume de recursos, mais setores das prefeituras envolvidos, orientar as empresas para que forneçam seu resíduo limpo. Essas medidas vão impulsionar para que o resultado da reciclagem atinja outra escala”, explicou Carlos Minc.

Pela Lei 12.305, que institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos, após 2014 o Brasil não poderá mais ter lixões, que serão substituídos pelos aterros sanitários. Além disso, os resíduos recicláveis não poderão ser enviados para os aterros sanitários e os municípios que desrespeitarem a norma podem ser multados.

Edição: Davi Oliveira

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sábado, 30 de novembro de 2013

AGRICULTURA FAMILIAR RECEBE FINANCIAMENTO DO BNDES - R$ 15 MILHÕES

Importante a decisão do BNDES em liberar crédito para o segmento da AGRICULTURA FAMILIAR. Fortalecer a formação de associações de pequenos produtores, para que de forma coletiva e individual eles possam crescer e obter melhor condição para comercializar o que vão poder produzir. 

Agricultura familiar ganha incentivo de R$ 15 milhões do BNDES
30/11/2013 -
Economia - 
Stênio Ribeiro - 
Repórter da Agência Brasil

Brasília – O associativismo dos pequenos produtores é necessário para o fortalecimento da atividade de cada um, pois em grupo é mais fácil negociar condições vantajosas para a produção, disse o presidente da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), Márcio Lopes de Freitas. O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) acaba de aprovar R$ 15 milhões para associações e cooperativas de agricultores familiares, acrescentou.

O BNDES firmou convênio com a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), na última sexta-feira (29), para o fortalecimento da produção rural de base familiar. Mas, só podem se candidatar aos recursos, não reembolsáveis, associações ou cooperativas de produtores que abastecem o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), o Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae) ou a Política de Garantia de Preço Mínimo dos Produtos da Sociobiodiversidade (PGPM-Bio).

De acordo com o texto do convênio, a ser publicado no Diário Oficial da União nos próximos dias, “terão prioridade” de acesso aos recursos os agricultores familiares que cultivam com base no sistema de produção ecológica ou orgânica, mulheres, jovens e povos de comunidades tradicionais, formados em sua maioria por quilombolas e indígenas.


O edital prevê duas faixas de apoio: uma de R$ 70 mil, destinada a produtores familiares de base agroecológica, associações e cooperativas formadas exclusivamente por mulheres; e outra, de R$ 50 mil, para os demais interessados. O teto por beneficiário será R$ 2,8 mil e R$ 2 mil, respectivamente.

"Se uma organização que não faz parte do público prioritário apresentar uma proposta que beneficie dez pessoas, poderá receber no máximo R$ 20 mil, ampliando a abrangência da ação", ressalta a superintendente de Suporte à Agricultura Familiar da Conab, Kelma Cruz. Segundo ela, os recursos devem solucionar gargalos operacionais das organizações produtivas, com vistas a expandir as atividades, aprimorar as condições de trabalho no meio rural e melhorar a renda dos produtores.

Os avanços conquistados a partir do apoio não se restringem ao meio rural. Com a melhora na infraestutura, as organizações poderão oferecer melhor qualidade dos alimentos destinados ao PAA e ao PNAE, além de fortalecer a PGPM-Bio, favorecendo, indiretamente, a população em situação de insegurança alimentar.

Edição: Graça Adjuto
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sexta-feira, 15 de novembro de 2013

O DESMATAMENTO NO MUNDO E NO BRASIL - CONSULTE MAPA ONLINE SOBRE A EVOLUÇÃO


Mapa interativo online mostra evolução de desmatamento no mundo
15/11/2013

Um novo mapa de alta resolução das florestas - online e interativo - foi criado com ajuda do site Google Earth. A ferramenta online está disponível gratuitamente na internet e permite uma aproximação detalhada de até 30 metros.

O mapa online coleta dados desde 2000, o que significa que é possível verificar como a cobertura florestal mudou ao longo da última década. Para criar os mapas interativos, foram usadas mais de 650 mil imagens do satélite Landsat 7.

Entre 2000 e 2012, a Terra perdeu, em florestas, o equivalente à todo o território da Mongólia.

O mapa mostra que o Brasil avançou bastante no combate ao desmatamento, mas os ganhos nesta região foram superados por forte destruição de florestas em países como Indonésia, Malásia, Paraguai e Angola.

"Este é o primeiro mapa de mudanças florestais que é consistente em escala global e relevante também sob o aspecto local", diz Matthew Hansen, professor da Universidade de Maryland, que liderou o projeto.

"Uma tarefa que levaria 15 anos para ser feita por apenas um computador acabou sendo realizada em poucos dias com o sistema do Google Earth."

Em estudo publicado na revista científica Science, baseados em dados do projeto, os cientistas descobriram que 2,3 milhões de quilômetros quadrados de floresta foram destruídos em 13 anos. Os principais motivos do desmatamento são queimadas, atividade madeireira, pragas e tempestades.

Em outras áreas, houve criação de 800 mil quilômetros quadrados de novas florestas. Com isso, o saldo final para o mundo foi de perda de 1,5 milhões de quilômetros quadrados.

O Brasil foi o país que mostrou o melhor desempenho, com o desmatamento caindo pela metade na comparação entre dois períodos: 2003-2004 e 2010-2011. Já a Indonésia mais do que dobrou seu índice anual de desmatamento.

No entanto, apesar dos resultados positivos até 2012, novos dados divulgados ontem pelo governo brasileiro mostram que o desmatamento piorou no país no último ano.

A ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, disse que o desmatamento cresceu em 30% em um período que vai de agosto de 2012 até julho passado - na comparação com a mesma época do ano anterior.

As florestas tropicais estão sendo desmatadas em um ritmo de 2,1 mil quilômetros quadrados por ano, dizem os pesquisadores.

O mapa será atualizado anualmente e pode ser usado para monitorar os programas de combate a desmatamento.

"Esta nova abordagem de monitoramento pode, pela primeira vez, nos dar em uma escala global uma responsabilização transparente para progredirmos em direção a reduções reais no desmatamento", disse Daniel Zarin, do grupo de ativistas Climate and Land Use Alliance.


Desmatamento na Amazônia aumenta 28%